“A frescura e exuberância dos seus arvoredos e o pitoresco das suas paisagens levaram a considerá-la [...] em fins do século XIX, a ‘Sintra do Alto Concelho’ (O Concelho de Alenquer 1 – Subsídios para um roteiro de Arte e Etnografia). Sustentam esta comparação a existência muito concentrada de boas quintas solarengas como as do Rossio (do Visconde de Chanceleiros), do Porto Franco, de Vale da Gama, da Baronesa, da Barreira, da Cortegana, etc., destacando-se ainda, neste lugar, a Igreja e Oratório de Nossa Senhora da Saúde e a casa de verão do poeta João de Deus. “Artistas, escritores, cientistas, oradores e poetas eram, assim, visitas assíduas, de verão, nas quintas da Cortegana” (O Concelho de Alenquer 4 – Subsídios para um roteiro de Arte e Etnografia).
terça-feira, 11 de outubro de 2011
segunda-feira, 10 de outubro de 2011
Núcleos urbanos antigos: Aldeia Galega da Merceana
O núcleo urbano antigo de uma terra é um legado histórico, um testemunho material das raízes e identidade dos seus habitantes.
Mais do que a atenção devida isoladamente a este ou aquele monumento, hoje privilegia-se o trecho, o conjunto arquitectónico ou urbano em que ele se insere.
Há casos em que o conceito de núcleo urbano antigo se poderá aplicar à área total da localidade. Noutros apenas se aplicará a uma rua ou a um largo.
Pelourinho e Casa da Rainha, década de 1930
“Aldeia Galega é hoje uma pequena povoação que parece ter adormecido no tempo” (O Concelho de Alenquer 1 – Subsídios para um roteiro de Arte e Etnografia). Acrescente-se: no tempo em que foi extinto o concelho de que era sede (1855). Apresenta, na sua generalidade, notável equilíbrio e boa preservação. Destacam-se o Pelourinho Manuelino (Monumento Nacional), a Igreja de Nossa Senhora dos Prazeres (Imóvel de Interesse Público), a Igreja da Misericórdia, a Casa da Rainha, a Capela do Espírito Santo, o Fontenário. Bons trechos de arquitectura civil, casas de lavradores abastados, adegas, e uma ou outra casa nobre como a da Quinta do Barão.
Núcleo urbano antigo de Aldeia Galega
sexta-feira, 7 de outubro de 2011
Núcleos urbanos antigos: Abrigada
O núcleo urbano antigo de uma terra é um legado histórico, um testemunho material das raízes e identidade dos seus habitantes.
Mais do que a atenção devida isoladamente a este ou aquele monumento, hoje privilegia-se o trecho, o conjunto arquitectónico ou urbano em que ele se insere.
Há casos em que o conceito de núcleo urbano antigo se poderá aplicar à área total da localidade. Noutros apenas se aplicará a uma rua ou a um largo.
Palacete do Visconde da Abrigada, década de 1930
Abrigada
“Esta próspera povoação tem bastantes construções de valor e interesse arquitectónico” (O Concelho de Alenquer 1 – Subsídios para um roteiro de Arte e Etnografia).
São facilmente perceptíveis os limites da povoação antiga, onde se encontram a Capela de São Roque, o Palacete do Visconde da Abrigada, brasonado, e outras casas, como aquela em que nasceu o estadista Mariano Cirilo de Carvalho, a Casa dos Mendonça (também chamada dos Silveira) ou a Casa Pimentel Teixeira (Casa da Sãozinha), também brasonada, ou uma série de adegas da segunda metade do século XIX, para citar alguns exemplos de edifícios de interesse histórico-arquitectónico.
Núcleo urbano antigo de Abrigada
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