Artigo publicado no Almanach Provinciano, de Jayme A. Ferreira, para 1896.
quinta-feira, 10 de novembro de 2011
quarta-feira, 9 de novembro de 2011
A fundação de Vila Verde dos Francos
Artigo de Luciano Ribeiro publicado na revista Damianus A Goes, propriedade do Grupo «Amigos de Alenquer», dirigida pelo mesmo Luciano Ribeiro, Ano I, n.º 3, Lisboa, 1942.
terça-feira, 8 de novembro de 2011
Teatro Ana Pereira - 120 anos de história (1891-2011)
A notícia mais remota da existência de um teatro em Alenquer é-nos dada pelo grande liberal e estadista alenquerense Bento Pereira do Carmo e remonta aos anos de 1840 ou 1841.
Por este tempo, existia na Vila Alta um grande edifício público, situado nas traseiras dos actuais Paços do Concelho (e que foi aliás demolido em 1885 para que estes pudessem ser construídos), que era o Celeiro das Jugadas. Jugada era um imposto que recaía sobre a propriedade agrícola e era nesse edifício que era cobrado ou recolhido em géneros. Deixando de servir para o propósito inicial, com o triunfo do Liberalismo, as suas dependências foram aproveitadas para vários fins, entre os quais tribunal, quartel e também teatro, o que motivou as seguintes palavras de Pereira do Carmo:
“Pode-se dizer na verdade que este edifício foi argamassado com o suor e lágrimas dos habitantes do município que hoje se desforram da passada tirania dançando, cantando e representando, nesta mesma casa aonde os curiosos da vila fundaram e sustentam o seu teatro particular”.
Mas a utilização recreativa do Celeiro não teria ainda carácter oficial, razão porque só na sessão extraordinária da Câmara Municipal de 23 de Dezembro de 1844 foi presente um requerimento assinado por diversos cidadãos deste concelho pedindo o celeiro das extintas Jugadas para se estabelecer um teatro. A Câmara deliberou deferir a pretensão, que entretanto ficaria sujeita à aprovação do Conselho de Distrito.
Dez anos mais tarde, em 1854, o mesmo grupo, já sob a designação de Sociedade Dramática, lá se encontrava fazendo as suas récitas.
Em 1862 José Maria da Conceição, director da sociedade, fez um requerimento à Câmara a propósito de umas obras no teatro, obras essas que se relacionam decerto com aquilo que descreve Guilherme Henriques: “é certo que em 1863 se construiu aí um lindo teatrinho que embora nunca tivesse cenário efectivo, nem maquinismo, serviu durante alguns anos para a representação de peças de grande merecimento e que, até, exigiam estes acessórios, cuja falta era suprida segundo a habilidade dos directores-amadores”. E acrescenta: “O Taborda, o Dias e outros actores célebres daquela época pisaram o seu palco”.
Em 1885, como foi referido, o edifício foi demolido, o que levou os amadores alenquerenses a pensar noutra solução. Em 5 de Agosto de 1891 o Dr. José Maria Pinto da Costa, na qualidade de representante da Sociedade Dramática de Alenquer, apresenta em sessão de Câmara uma planta, acompanhada de requerimento, para a construção de um teatro no prédio pertencente à Misericórdia, na então Rua Direita da Praça, onde também já se instalara o Clube Alenquerense.
O pedido foi deferido e a sua construção financiada através de subscrição de acções. Em Novembro do mesmo ano há notícia de que as obras encontravam-se já “bastante adiantadas”.
O autor da planta e director das obras será José Juvêncio da Silva, que já assinara em Alenquer projectos tão importantes como os dos Paços do Concelho e da Fábrica da Chemina.
Manuel José Gonçalves Viana, professor da Escola de Desenho Industrial Damião de Góis, dirigirá os trabalhos de decoração da sala, coadjuvado por Luís de Azambuja.
Em Março de 1892 os trabalhos estão quase concluídos. Mas só depois de Gonçalves Viana ter concluído o arco do proscénio e respectiva bambolina, assim como o pano de boca, em 12 de Fevereiro de 1893, é que se fez a primeira representação, de um drama de Pinheiro Chagas, A Morgadinha de Vale-Flor.
Entretanto, nesses últimos anos do século XIX e com a proliferação de novas associações recreativas, Alenquer vê aparecer mais dois teatros, um agregado à Sociedade União e Recreio, o outro à Sociedade Operária Alenquerense, que eram, na sua origem, filarmónicas e funcionavam, a primeira, no edifício da antiga ermida de São Sebastião, na Calçadinha, a outra, na Arcada do Espírito Santo. Já em vésperas da República, em 1908, se fundou novo grupo dramático, a Academia Democrática Alenquerense, que veio ocupar este último teatro, o “elegante teatrinho” da Arcada, como então o classificam.
O teatro recebeu entretanto o nome da actriz alenquerense Ana Pereira.
Ana Elisa Pereira, de seu nome completo, nasceu no lugar e freguesia dos Cadafais, concelho de Alenquer, em 1845. Iniciou-se, criança ainda, com sua irmã, a actriz Margarida Clementina, no teatro Ginásio, onde seu pai estava empregado. Estreou-se no drama de Brás Martins, Pecados do Século XIX. Trabalhou na Companhia Dramática, no Porto, Teatro de D. Luís, em Coimbra, Teatro do Príncipe Real, Teatro Trindade, Teatro D. Maria II e Teatro D. Amélia, em Lisboa. Participou num dos primeiros filmes portugueses, O Condenado. Faleceu em 1921.
Com mais ou menos interrupções, a velha Sociedade Dramática vai cumprindo o seu papel, com récitas, dramas e comédias, até aos anos trinta ou quarenta do século XX. Em Fevereiro de 1941 ainda ali se representou Ao de Leve…, revista em dois actos, original de Nemo, em benefício da Misericórdia local.
Entre 1946 e 1955 os espaços ocupados pelo extinto Clube Alenquerense e pelo teatro, depois de obras de recuperação, servem de sede a uma “Comissão Pró-Alenquer”, cujo fim era o de realizar espectáculos e festas a favor do orfanato e das colectividades locais.
Em Maio de 1958 é fundada a Liga dos Amigos de Alenquer, que vem ocupar os mesmos espaços. No ano seguinte, é no palco do Ana Pereira que o recém-criado Rancho Folclórico de Alenquer realiza os seus primeiros ensaios.
De então até ao presente a Liga dos Amigos de Alenquer tem promovido, esporadicamente, algumas realizações teatrais. Ciclicamente é necessário acudir à degradação física do Teatro Ana Pereira para que este possa continuar a cumprir a sua função. Em 1978 foram feitas aqui obras de vulto. Actualmente decorre outra campanha de obras, talvez a maior de todas desde a sua inauguração, depois de, nos últimos anos, a sala ter chegado a um estado de degradação que impediu qualquer realização.
Ana Pereira
Actriz
N. 27.07.1845
Cadafais, Alenquer
F. 24.06.1921
segunda-feira, 7 de novembro de 2011
Francisco Pedro Oliveira Carmo
Artigo de Luís Carlos Pereira d'Azambuja publicado no Almanach Provinciano, de Jayme A. Ferreira, para 1896.
sexta-feira, 4 de novembro de 2011
Conde da Carnota
Artigo de Guilherme J. C. Henriques publicado no Almanach Provinciano, de Jayme A. Ferreira, para 1896.


quinta-feira, 3 de novembro de 2011
D. António José de Siqueira Freire
Artigo de Luís Carlos Pereira d'Azambuja publicado no Almanach Provinciano, de Jayme A. Ferreira, para 1896.
quarta-feira, 2 de novembro de 2011
segunda-feira, 31 de outubro de 2011
Bento Pereira do Carmo
Artigo de Guilherme J. C. Henriques publicado no Almanach Provinciano, de Jayme A. Ferreira, para 1896.
sexta-feira, 28 de outubro de 2011
quinta-feira, 27 de outubro de 2011
A «Benção das Vinhas» em Aldeia Galega
Artigo de Manuel Ferreira da Silva publicado em Estremadura - Boletim da Junta de Província, Série II, n.º 9, 1945.
quarta-feira, 26 de outubro de 2011
Corpos militares organizados em Alenquer durante as lutas liberais
Artigo de Henrique de Campos Ferreira Lima publicado na revista Damianus A Goes, propriedade do Grupo «Amigos de Alenquer», dirigida por Luciano Ribeiro, Ano I, n.º 2, Lisboa, 1941.
terça-feira, 25 de outubro de 2011
Hipólito Cabaço
Hipólito de Almeida da Costa Cabaço nasceu em 1885 no lugar do Paiol, freguesia de Aldeia Galega da Merceana, concelho de Alenquer, e veio a falecer em 1970.
Filho de um lavrador e comerciante, fixa-se em França, em 1901, com o objectivo de se especializar no tratamento e fabrico de vinhos. É nos museus franceses que desperta para a arqueologia e, sobretudo, para o material do período paleolítico.
Regressado a Portugal em 1903, desde logo inicia, com os primeiros achados, «a mais extensa e coerente obra de prospecção e exploração dentro dos domínios da Pré-história, realizada na primeira metade do século XX, sobretudo nesse sector ingrato, difícil e controverso que é o Paleolítico». Palavras de Maria Amélia Horta Pereira, que define Hipólito Cabaço como «pioneiro heróico e gigantesco» da arqueologia portuguesa.
Para além do Paleolítico, Cabaço localizou estações dos períodos Mesolítico, Eneolítico, Bronze, Ferro, Romano, Medieval, e ainda de Paleontologia e Antropologia, nos concelhos de Alenquer, Salvaterra de Magos, Azambuja, Peniche, Caldas da Rainha, Santarém, Abrantes, Elvas, Cadaval, e outros.
Sócio n.º 96 da Associação dos Arqueólogos Portugueses, relacionou-se e trabalhou em conjunto com arqueólogos portugueses do seu tempo como Rui de Serpa Pinto, Eugénio Jalhay, Mendes Correia, Afonso do Paço, e estrangeiros como Henri Breuil e Georges Zbyszewski.
segunda-feira, 24 de outubro de 2011
A antiga vintena do Camarnal
A vintena foi uma forma arcaica de organização administrativa do território, já referenciada nas Ordenações Afonsinas, extinta com o Liberalismo, que agrupava vinte vizinhos, ou seja, chefes de família, em torno de uma 'cabeça', que correspondia a um lugar ou aldeia.
Cada vintena tinha o seu juiz, eleito pela vereação camarária, estando subordinado ao juiz de fora ou ordinário.
O lugar do Camarnal foi uma das muitas cabeças de vintena que existiram no concelho de Alenquer.
Relacão
Que me foi pedida no dia 14 p.ª entergar no di
a de 18 ao Sr escrivão da Camara desta Vi-
lla de Alenquer decrarando Quintas e Caza-
is e Lugares nesta Ventena Só á
este Lugar denuminado o do Camarnal
Quinta do Carneiro
Casal de martim Vaz
Moinho Novo
Quinta da Bemposta
Cazal de morais
Cazal do Duque
Cazal do Esperito Santo
Cazal das areias
Cazal da Parata
Quinta de Baxo
Quinta do Alvito
São as quintas e Cazais q ha nesta
Ventena do Camarnal 14 de Junho
De 1834 O Juis da ventena do Camarn
al Francisco Vicente
sexta-feira, 21 de outubro de 2011
A antiga vintena do Carregado
A vintena foi uma forma arcaica de organização administrativa do território, já referenciada nas Ordenações Afonsinas, extinta com o Liberalismo, que agrupava vinte vizinhos, ou seja, chefes de família, em torno de uma 'cabeça', que correspondia a um lugar ou aldeia.
Cada vintena tinha o seu juiz, eleito pela vereação camarária, estando subordinado ao juiz de fora ou ordinário.
O lugar do Carregado foi uma das muitas cabeças de vintena que existiram no concelho de Alenquer.
Relação das quintas e cazais pertençente
a Ventena do Carregado
Logares ………………Carregado
Quintas……………….Da Condeça da Louzaã
Quinta………………..do Barrão
Quinta………………..de St.º Ant.º do Barão de
V.ª Franca
Quinta………………..Velha
Cazal do Sarre
Cazal da Meirinha
à outro cazal chamado
o Cazal do Machado q pertence à quinta da
Condeça da Louzaã mais o d.º cazal se a-
cha queimado so tem as paredes é qto
pertençe a esta Ventena Carregado 16 de
Junho de 1834
Jois da Ventena
Jaçinto Pederozo
quinta-feira, 20 de outubro de 2011
Para a história da Irmandade de Santa Cruz e Passos de Alenquer
O mais antigo documento conhecido relativo à Irmandade de Santa Cruz e Passos de Nosso Senhor Jesus Cristo de Alenquer é uma petição do seu juiz, oficiais e irmãos à câmara de Alenquer, para que esta lhes conceda licença para realizarem a procissão “à sua conta”, e respectivo despacho, favorável, datado de 6 de Janeiro de 1656.
Foi trasladado para um Livro de Registos da Câmara de Alenquer (fs. 30 V.º e 31) que serviu entre 1654 e 1672 e se encontra depositado no Arquivo Histórico Municipal de Alenquer.
Por onde Camera largou a Porssicão
dos Pacos aos Irmãos do santo Crusu
fixo
Disemos Juiz E mais offissiais e Irmãos da Irmandade do santo Crux
sufixo de S. Frco desta villa que assim na cidade de Lx.ª como nas mais
cidades e villas deste Reino aonde ha Irmandade da Crux custuma
a dita Irmandade fazer a porsicão dos santos pacos o q atte go
ra senão fes nesta villa por a dita Irmandade do sto Cruxufixo
não ter posses pera o poder fazer e por essa resão a tomou a Camera
a sua Conta e per quanto de novo estão ajuntados na dita irmandade
muitos irmãos dos mais autorisados desta villa como de seus nomes
abaxo se vira e todos estão com grandes dezeios e fervor de fazer
a dita Porsicão com muita autoridade e devocão do que vira
a resultar muitto aumento no servisso de Deus e desta tão Santa
devoção. Pª Mces Requeirão dar licenca pera que tomem a dita sua
Porsicão a sua Conta E a dita Irmandade ficara obrigada a fasella
con toda a auturidade E devocão que lhes for possivel para que
tambem lhes he necessario o favor e ainda de Mces avendo por bem dar
lhes de esmollas que custumão gastar todos os annos na dita porsicão
p.ª o que sendo necessarios elles suppttes acusão Provisão da Rainha Nossa
Snora ERM gaspar aranha de barros // Sebastião de Macedo de
Carvalho e menezes // Simão da Costa // Frco vieira // Pascoal Lopes // Anto
Frs // Luis Pra de Ssa. // Henrique Jaques da Silva // Vicente Coelho Telles //
Hieronimo dArauio e Brito // Mel telles barreto Prior de S. Pº // João Rois
Rois // João Rois de Sousa // filipe frª // Mel Ribeiro // frco lopes // Pº
do quintal Pra // Heitor Esteves Rebello // Antonio Telles //
Despacho
Visto pareser bem a esta Camera e Povo qe foi chamado se Concede
os suplicantes e Irmandade que este anno facão a Porsicão E fa
zendoa com a devocão E aumento que prometem se lhes largara pera
os mais annos Com declaração que todas as vezes que Pareser
A Camera que a dita Irmandade não fas a dita Porsicão
Com a devocão a tornam a tomar E a faser como atte agora se fes sem
A dita Irmandade Pera iso embargo nem duvida algua E quanto
a esmollas Pedem Pera ajuda da dita Porsicão Recorrão a Rainha
nossa s.ra pª que Com Provisão Ssua se lhe de o qe for justo em Camra
6 de Janro 1656 Mca esteves // teixra // Coelho E não mais
a dita Peticão e despacho que toda aqui tresladei bem fielmentte
Aos dezoito dias do mes de Março de mil e seis sentos sincoentta
E seis annos Bras dArauio Devaladares escrivão da Camra o escrevi
Bras deArauio Devaladares
quarta-feira, 19 de outubro de 2011
História Urbana de Alenquer
A rectificação do curso do rio e o plano de urbanização da baixa: as expropriações
Em 1946 o Ministério das Obras Públicas, através da Direcção Geral dos Serviços Hidráulicos, inicia obras de rectificação, canalização e limpeza do curso do Rio de Alenquer, tendo como principal objectivo atenuar as cheias periódicas a que a vila esteve sempre sujeita. Ao mesmo tempo é posto em execução um plano de urbanização que virá a remodelar toda a baixa ribeirinha, estrangulada em termos de trânsito e sem possibilidade de crescimento, com a construção de duas avenidas marginais e de novos quarteirões na margem esquerda, o que implicou várias expropriações e demolições. O plano ficou concluído em 1955.
terça-feira, 18 de outubro de 2011
Núcleos urbanos antigos: Ribafria
O largo central e antiga rua direita constituem-se em interessante conjunto de casas e adegas, onde se destaca a Igreja de Nossa Senhora do Egipto, com portal manuelino.
Portal manuelino da Igreja de Ribafria
Núcleo urbano antigo de Ribafria
segunda-feira, 17 de outubro de 2011
Núcleos urbanos antigos: Olhalvo
Olhalvo mantém alguns edifícios ou trechos de edifícios com algum interesse.
Os núcleos mais significativos são o composto pela Igreja de Nossa Senhora da Encarnação, pelo antigo Convento do mesmo nome e largo adjacente, e o do antigo Recolhimento de Nossa Senhora da Conceição, junto com a vizinha Casa de São João. De destacar ainda o Cruzeiro e as fontes.
Largo de N.ª S.ª da Encarnação, década de 1930
Núcleo urbano antigo de Olhalvo
sexta-feira, 14 de outubro de 2011
Núcleos urbanos antigos: Meca
A Igreja de Santa Quitéria de Meca (Imóvel de Interesse Público) “é, talvez, uma das mais belas do Concelho, e é, sem dúvida, a única que, entre nós, apresenta uma equilibrada unidade arquitectónica e decorativa e uma bem clara marca temporal” (O Concelho de Alenquer 1 – Subsídios para um roteiro de Arte e Etnografia). Envolvida por um tecido urbano que não cresceu, são ainda dignos de nota, em Meca, a Casa dos Romeiros, a Fonte dos Romeiros, a Alameda, o Cruzeiro e as Quintas de Cima (Quinta de Meca) e de Baixo (em ruínas).
Benção do Gado, década de 1930
Núcleo urbano antigo de Meca
quinta-feira, 13 de outubro de 2011
Núcleos urbanos antigos: Aldeia Gavinha
Em Aldeia Gavinha, entre bons trechos de arquitectura civil, com antigas casas de lavradores abastados, destacam-se, a Igreja de Santa Maria Madalena, a Fonte Gótica, no Largo da Fonte, a Casa Palmira Bastos, as capelas do Espírito Santo e de São Sebastião (ruínas), o Cruzeiro e a casa que foi dos Temudo, brasonada.
Escola, década de 1930
Núcleo urbano antigo de Aldeia Gavinha
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